Os dois extremos do pêndulo da liturgia

Por: www.portalcatolico.org.br

A Constituição sobre a Sagrada Liturgia “corresponde às necessidades legítimas da pastoral atual. Sem dúvida, o juízo que se tem sobre as reformas efetivamente realizadas não é unânime (…) particularmente no concernente aos novos livros litúrgicos elaborados”, rechaçados por alguns por refletirem demasiadamente o espírito da nova teologia sem ter suficientemente em conta a tradição. Pensa-se que a renovação dos ritos, em seu conjunto, foi longe demais.
No nosso espaço Memória Histórica – 50 anos do Concílio Vaticano II, vamos falar no programa de hoje sobre “os dois extremos do pêndulo na liturgia”.
A reforma litúrgica e o Concílio Vaticano II são dois eventos intrinsicamente ligados. Não floresceram repentinamente, mas foram longamente preparados, como testemunha o chamado movimento litúrgico e as respostas dadas pelos Sumos Pontífices às dificuldades sentidas na oração eclesial.
Alguns exageros na renovação litúrgica
“O Concílio Vaticano II fez maturar, como bom fruto da árvore da Igreja, a Constituição sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium (SC), cujas linhas de reforma geral respondiam às necessidades reais e à esperança concreta de uma renovação: desejava-se uma liturgia viva para uma Igreja toda vivificada pelos mistérios celebrados”, disse o Papa Francisco aos participantes da Semana Nacional Litúrgica em agosto de 2017.
A reforma da Missa foi uma das partes mais fundamentais desta reforma de toda a liturgia, mas ao mesmo tempo, foi a sua parte mais controvertida. A reforma suscita controvérsias até hoje, passados mais de 50 anos.
“Um movimento mais influente reconhece a reforma litúrgica do Concílio, mas acha necessária “uma reforma da reforma” para corrigir alguns erros concretos na aplicação da reforma e do desenvolvimento litúrgico pós-conciliar”, aponta Helmut Hoping, professor liturgista da Universidade de Friburgo ¹. Já outros mais conservadores, querem o retorno à liturgia pré-conciliar, negligenciando os avanços, riqueza e aprimoramentos de caminhada de toda a renovação, que como diz Papa Francisco, não pode retroceder.
No programa de hoje, padre Gerson Schmidt – incardinado na Arquidiocese de Porto Alegre – nos traz a reflexão “os dois extremos do pêndulo na liturgia”:
“Na renovação liturgia, houve a necessidade de um “novo renascer partindo do mais íntimo da liturgia, como o havia desejado o movimento litúrgico quando estava no apogeu de sua verdadeira natureza, quando não se tratava de fabricar textos ou de inventar ações e formas, mas de descobrir o centro vivo, de penetrar no tecido da liturgia propriamente dita, para que seu cumprimento saísse de sua própria substância. A reforma litúrgica, em sua realização concreta, se distanciou demais desta origem.
O resultado, em tantos lugares, não foi uma reanimação, mas uma devastação. O cardeal Joseph Ratzinger, depois de 20 anos da SC, afirmava que “De um lado, tem-se a liturgia que se degenerou em “show”, onde se quis mostrar uma religião atrativa com a ajuda de tolices da moda e de incitantes princípios morais, com êxitos momentâneos no grupo de criadores litúrgicos e uma atitude de reprovação tanto mais pronunciada nos que buscam na Liturgia, não tanto o “showmaster” espiritual, mas o encontro com o Deus vivo, diante do qual toda “ação” é insignificante, pois somente este encontro é capaz de nos fazer chegar à verdadeira riqueza do ser. De outro lado, existe uma conservação de formas rituais cuja grandeza sempre impressiona, porém que levada ao extremo cristaliza num isolamento de opinião, que ao final só se torna tristeza. Certamente ficam entre os dois todos os sacerdotes e seus paroquianos que celebram a nova liturgia com solenidade; mas que se sentem inquietos pelas contradições existentes entre os dois extremos; e a falta de unidade interna da Igreja faz com que esta fidelidade apareça, aos olhos de muitos, como uma simples variedade pessoal de neoconservadorismo. Uma vez que isto acontece, necessitamos de um novo impulso espiritual para que a liturgia seja de novo uma atividade comunitária da Igreja e seja arrancada da arbitrariedade dos padres e de suas equipes de liturgia”².
Assim apontou o cardeal Ratzinger, antes de ser Papa, avaliando os dois extremos, por um lado o modismo exagerado, por outro o conservadorismo por demais enrijecido que não permitia a reforma proposta pela SC.
J.A. Jungman, um dos liturgistas verdadeiramente grandes de nosso século, havia definido em seu tempo a liturgia, tal como se entendia no Ocidente, baseando-se em investigações históricas, como uma “liturgia fruto de um desenvolvimento”; provavelmente em contraste com a noção oriental, que não vê na liturgia o devir e o crescimento histórico, mas apenas o reflexo da eterna liturgia, na qual a luz, através do desenrolar da ação sagrada, ilumina nossos tempos mutáveis com sua beleza e sua grandeza imutáveis.
O que ocorreu após o Concílio é algo completamente distinto: no lugar de uma liturgia fruto de um desenvolvimento contínuo, introduziu-se uma liturgia fabricada, uma fabricação que é um produto banal do momento. A liturgia romana da Igreja não se inventa, não se fabrica. Quem a criou foi Jesus Cristo e por isso precisa ser bem compreendida para não se inventar modas de qualquer jeito, mas integrá-la na história de cada tempo, nos seus aspectos possíveis de adaptação e mudança.
A Constituição sobre a Sagrada Liturgia, promulgada pelo Concílio Vaticano II, corresponde às necessidades legítimas da pastoral atual. Sem dúvida, o juízo que se tem sobre as reformas efetivamente realizadas não é unânime de nenhuma maneira, particularmente no concernente aos novos livros litúrgicos elaborados, como resultado do Concílio, por um grupo de especialistas. Uns rechaçam estes novos livros, porque refletem demasiado o espírito da nova teologia sem ter suficientemente em conta a tradição. Pensa-se que a renovação dos ritos, em seu conjunto, foi longe demais.
Sem dúvida, outros se lamentam de que ainda não se tenha ampliado o quadro estreito da visão rubricista e que se tenha assim fixado definitivamente nos novos livros litúrgicos, elementos que ainda não tinham sido provados e que por esta causa pareciam até duvidosos ³. Frente a esses dois extremos, precisamos encontrar o ponto de equilíbrio. “In medio stat virtus”- no meio está a virtude – já diziam o provérbio latino”.
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¹ Helmut Hoping, A Constituição Sacrosanctum Concilium. In: As Constituições do Vaticano II, Ontem e Hoje, org. Geraldo B. Hackmann e Miguel de Salis Amaral, Edições CNBB, 2015, p.120.
² Pensamentos de Joseph Ratzinger, comentário introdutório da obra Reforma da Liturgia Romana, de Monsenhor Klaus Gamber, Disponível em http://www.unavocesevilla.info/reformaliturgia.pdf
³ cf. introdução de Monsenhor Klaus Gamber, Reforma da Liturgia Romana, disponível em http://www.unavocesevilla.info/reformaliturgia.pdf

Papa Francisco nomeia bispo para a vacante diocese de Viana, no Maranhão

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A Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou na manhã desta quarta-feira, 20, a decisão do papa Francisco em nomear para a vacante diocese de Viana, no Maranhão, o padre Evaldo Carvalho dos Santos, atualmente pároco da Paróquia Santo Antônio em Quixeramobim (CE). A notícia foi publicada no jornal L’Osservatore Romano, às 12 horas de Roma.
Natural de Fortaleza, no Ceará, padre Evaldo nasceu em 09 de março de 1969. Cursou Filosofia e Teologia no Instituto de Pastoral Regional, em Belém (PA). Fez Especialização em Serviço Social, Políticas Públicas e Direitos Sociais, pela Universidade Estadual do Ceará (UECE).
Ordenado presbítero no ano de 1998, em Fortaleza, padre Evaldo já exerceu as funções de Superior Provincial da Província de Fortaleza da Congregação da Missão, de 2010 a 2016; Diretor do Seminário da Província de Fortaleza (Propedêutico, Filosofia e Teologia) no período de 2000 a 2008; Membro da Diretoria da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) – Núcleo Fortaleza, de 2000 a 2003; Pároco da Paróquia São Pedro e São Paulo, em Fortaleza, 2009, 2016 a 2018; Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, em Fortaleza, de 2010 a 2013; Pároco da Paróquia Santo Antônio em Quixeramobim, de 2018 a 2019 e Vigário Forâneo da Forania II, na diocese de Quixadá , de 2018 a 2019.
Com a nomeação, padre Evaldo será o sexto bispo a assumir a diocese de Viana, vacante desde a saída de dom Sebastião Lima Duarte, transferido para a diocese de Caxias, no Maranhão, em dezembro de 2017.
Saudação
O secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, enviou saudação ao novo bispo. Confira, abaixo, o texto na íntegra:
SAUDAÇÃO DA CNBB AO PADRE EVALDO CARVALHO DOS SANTOS
Brasília-DF, 20 de fevereiro de 2019
Estimado irmão, Padre Evaldo Carvalho dos Santos, CM
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) agradece ao Papa Francisco a sua nomeação como Bispo da vacante diocese de Viana no Maranhão.
Em recente visita ao Panamá por conta da Jornada Mundial da Juventude, o Papa Francisco, evocando a figura de Santo Oscar Romero, dirigiu-se aos bispos da América Central exortando-os a “sentir com a Igreja”.
Para o Santo Padre “sentir com a Igreja” significa tomar parte na sua glória e trazer no próprio íntimo toda a kenosis de Cristo: “Na Igreja, Cristo vive no meio de nós e, por isso, ela deve ser humilde e pobre”
Padre Evaldo, sinta-se acolhido como novo membro da nossa Conferência Episcopal. Desejamos um fecundo ministério, sob a proteção da Mãe de Jesus e nossa.
Em Cristo,
Dom Leonardo Ulrich Steiner Bispo Auxiliar de Brasília Secretário-geral da CNBB

Bolsonaro entrega ao Congresso proposta de reforma da previdência

Por: noticias.cancaonova.com

Bolsonaro esteve no Congresso Nacional na manhã desta quarta-feira, 20, e entregou a reforma previdenciária aos congressistas

Da redação, com Agências

Técnicos do ministério da Economia concedem entrevista coletiva para detalhar o texto da proposta de reforma da Previdência / Foto: Marcelo Camargo – Agência Brasil

Nesta quarta-feira, 20, o presidente Jair Bolsonaro foi ao Congresso Nacional e entregou aos deputados a proposta para a reforma previdenciária. A ideia do Ministério da Economia é criar um sistema de contribuição progressivo: quem ganha mais contribuirá mais às aposentadorias. A proposta é válida para os setores público e privado. 

A nova proposta encaminhada pelo presidente e sua equipe prevê que a idade mínima de contribuição dos homens seja de 65 anos e das mulheres, 62, com uma regra de transição de 10 a 12 anos.

Como funcionará

De acordo com a nova proposta, quem ganha um salário-mínimo (R$ 998) contribuirá com 7,5% para a Previdência. Quem ganha entre R$ 998,01 e R$ 2 mil, contribuirá de 7,5% a 8,25%. Para rendas de R$ 2.000,01 a R$ 3 mil, de 8,25% a 9,5%. E para rendas entre R$ 3.000,01 e R$ 5.839,45 (teto do INSS), a porcentagem irá de 9,5% a 11,68%. Dessa forma, um trabalhador que receber o teto do INSS contribuirá com alíquota efetiva (final) de 11,68%.

Para quem trabalha no setor público, a lógica será similar: atualmente, o servidor federal paga 11% sobre todo o salário caso tenha tomado posse antes de 2013. Quem ingressou no serviço público depois de 2013 paga 11% até o teto do INSS. Pelas novas regras, o sistema de alíquotas progressivas será aplicado, resultando numa alíquota efetiva (final) que variará de 7,5% para o servidor que recebe salário-mínimo a 16,79% para quem recebe mais de R$ 39 mil.

Pelas novas regras, o trabalhador com 20 anos de contribuição começará recebendo 60% da média das contribuições, com a proporção subindo dois pontos percentuais a cada ano até atingir 100% com 40 anos de contribuição. Caso o empregado trabalhe por mais de 40 anos, receberá mais de 100% do salário de benefício, algo vetado atualmente.

Durante o período de transição de 12 anos, no entanto, o limite de 100% continuará valendo, tanto para o setor público como o privado. Segundo o secretário de Previdência da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Leonardo Rolim, o novo cálculo é mais simples que o fator previdenciário.

Uma entrevista coletiva foi concedida pelo Ministério da Economia e seus integrantes: secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco; o secretário de Previdência, Leonardo Rolim, e o secretário adjunto de Previdência, Narlon Gutierre. Também dão explicações o procurador-geral adjunto de Gestão da Dívida Ativa da União, Cristiano Neuenschwander, e o diretor de Programa da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Felipe Portela.

Outros setores

De acordo com Rogério Marinho, secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, dentro de 30 dias será a vez dos militares passarem pela reforma previdenciária. “Estamos trabalhando a equidade. Todos darão sua contribuição, inclusive os militares. De hoje a 30 dias o projeto será apresentado já que se trata da conformação de cinco outras leis. Não tivemos condição de apresentar em tempo hábil dada a complexidade da elaboração da própria PEC [Proposta de Emenda à Constituição]”, disse.

Os policiais e agentes penitenciários poderão se aposentar aos 55 anos, de acordo com a nova proposta (idade válida tanto para homens quanto para mulheres). O que muda, no entanto, é o tempo de contribuição para cada um: agentes e policiais masculinos precisarão ter 30 anos de contribuição, contra 25 anos para as mulheres.

A proposta também prevê tempo mínimo de serviço de 20 anos para policiais homens e agentes homens e mulheres e 15 anos para policiais mulheres. Progressivamente, o tempo de exercício progredirá para 25 anos para homens e 20 anos para mulheres nos dois cargos (agente e policiais).

Os agentes penitenciários e socioeducativos não estão submetidos a aposentadorias especiais.

A proposta não contempla os policiais militares e bombeiros. Atualmente submetido a regras especiais definidas pelos estados, eles passarão a ser regidos pelas mesmas regras de aposentadorias das Forças Armadas.

Os trabalhadores rurais tiveram suas idades de aposentadoria igualadas (60 anos). O tempo de contribuição, por outro lado, aumentou: de 15 para 20 anos.

Professores dos setores público e privados poderão se aposentar com a idade mínima de 60 anos e tempo de contribuição de 30 anos, sendo 10 anos de tempo de serviço público e 5 no cargo. 

Demais benefícios

Para a aposentadoria por incapacidade permanente (invalidez), a regra de cálculo do benefício passa a ser de 60%, com adicional de 2% por cada ano de contribuição que exceder 20 anos. O cálculo também leva em conta a média dos salários de contribuição.

Em caso de invalidez decorrente de acidente de trabalho, doenças profissionais ou do trabalho, porém, o cálculo do benefício não muda e segue considerando 100%, levando em conta a média dos salários de contribuição.

A pensão por morte poderá ser inferior a um salário mínimo. Se aprovada, a reforma prevê um cálculo de 60% após 20 anos de contribuição previdenciária acrescida de 2% por ano a mais. Sobre esta base são acrescentados 10% por descendente até o limite de 100% para 5 dependentes ou mais. 

Por fim, o novo texto prevê que será permitido o acúmulo de benefícios (pensão e aposentadoria, por exemplo). Será permitido acumular até 100% do benefício de maior valor e uma proporção dos demais (limitados a dois salários mínimos). Ficam de fora desta regra médicos e professores. 

 

 

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Catequese do Papa Francisco – 20/02/2019

Por: noticias.cancaonova.com

CATEQUESE DO PAPA FRANCISCO
Sala Paulo VI – Vaticano
Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal (Canção Nova)

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

A audiência de hoje se desenvolve em dois lugares. Antes fiz o encontro com os fiéis de Benevento, que estavam em São Pedro, e agora com vocês. E isso é devido à delicadeza da Prefeitura da Casa Pontifícia que não queria que vocês pegassem frio: agradeçamos a eles, que fizeram isso. Obrigado.

Prosseguimos com as catequeses sobre o “Pai nosso”. O primeiro passo de toda oração cristã é o ingresso em um mistério, aquele da paternidade de Deus. Não se pode rezar como papagaios. Ou você entra no mistério, na consciência de que Deus é teu Pai, ou não reza. Se eu quero rezar a Deus meu Pai começo o mistério. Para entender em que medida Deus nos é pai, nós pensamos nas figuras dos nossos pais, mas devemos sempre, em alguma medida, “refiná-las”, purificá-las. Diz isso também o Catecismo da Igreja Católica, que diz assim: “A purificação do coração diz respeito às imagens paternas ou maternas oriundas de nossa história pessoal e cultural, e que influenciam nossa relação com Deus” (n. 2779).

Ninguém de nós teve pais perfeitos, ninguém; como nós, por nossa vez, nunca seremos pais, ou pastores, perfeitos. Todos temos defeitos, todos. As nossas relações de amor as vivemos sempre sob o sinal dos nossos limites e também do nosso egoísmo, por isso são muitas vezes poluídas por desejos de posse ou de manipulação do outro. Por isso às vezes as declarações de amor se transformam em sentimentos de raiva e de hostilidade. Mas, olha, esses dois se amavam tanto na semana passada, hoje se odeiam a morte: vemos isso todos os dias! É por isso, porque todos temos raízes amargas por dentro, que não são boas e às vezes saem e fazem mal.

Eis porque, quando falamos de Deus como “pai”, enquanto pensamos na imagem dos nossos pais, especialmente se nos quiseram bem, ao mesmo tempo devemos ir além. Porque o amor de Deus é aquele do Pai ‘que está nos céus’, segundo a expressão que Jesus nos convida a usar: é o amor total que nós, nesta vida, experimentamos apenas de forma imperfeita. Os homens e as mulheres são eternamente mendigos de amor, somos mendigos de amor, temos necessidade de amor, procuram um lugar onde serem finalmente amados, mas não o encontram. Quantas amizades e quantos amores desiludidos existem no nosso mundo, quantos!

O deus grego do amor, na mitologia, é aquele mais trágico em absoluto: não se entende se é um ser angélico ou um demônio. A mitologia diz que é filho de Poros e de Penía, isso é da astúcia e da pobreza, destinado a levar em si mesmo um pouco da fisionomia desses pais. Daqui podemos pensar na natureza ambivalente do amor humano: capaz de florescer e de viver prepotente em uma hora do dia, e logo depois murchar e morrer; aquele que pega, sempre escapa dele (cfr Platão, Simposio, 203). Há uma expressão do profeta Oseias que enquadra de maneira impiedosa a congênita fraqueza do nosso amor: “O vosso amor é como uma nuvem da manhã, como o orvalho que logo se dissipa” (6, 4). Eis que assim é muitas vezes o nosso amor: uma promessa que se cansa de manter, uma tentativa que logo seca e evapora, um pouco como quando de manhã sai o sol e acaba com o orvalho da noite.

Quantas vezes nós homens amamos deste modo tão frágil e intermitente. Todos temos esta experiência: amamos, mas depois aquele amor acabou ou se tornou fraco. Desejosos de querer bem, nos deparamos com nossos limites, com a pobreza de nossas forças: incapazes de manter uma promessa que nos dias de graça parecia fácil de cumprir. No fundo, até mesmo o apóstolo Pedro teve medo e teve que fugir. O apóstolo Pedro não foi fiel ao amor de Jesus. Tem sempre esta fraqueza que nos faz cair. Somos mendicantes que no caminho correm o risco de nunca encontrar completamente o tesouro que buscam desde o primeiro dia de vida: o amor

Porém, existe um outro amor, aquele do Pai “que está nos céus”. Ninguém deve duvidar de ser destinatário desse amor. Ama-nos. “Me ama”, podemos dizer. Mesmo se o nosso pai e a nossa mãe não tivessem nos amado – uma hipótese histórica – , há um Deus nos céus que nos ama como ninguém nesta terra jamais fez e nunca poderá fazer. O amor de Deus é constante. Diz o profeta Isaías: “Pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta? Não ter ternura pelo fruto de suas entranhas? E mesmo que ela o esquecesse, eu não esqueceria nunca. Eis que estás gravada na palma de minhas mãos” (49, 15-16). Hoje está na moda a tatuagem: “Nas palmas de minhas mãos te desenhei”. Fiz uma tatuagem de você sobre minhas mãos. Eu estou nas mãos de Deus, assim, e não posso tirá-lo. O amor de Deus é como o amor de uma mãe, que nunca se pode esquecer. E se uma mão se esquece? “Eu não me esquecerei”, diz o Senhor. Esse é o amor perfeito de Deus, assim somos amados por Ele. Mesmo se todos os nossos amores terrenos desmoronassem e não restasse na mão nada além de pó, há sempre para todos nós, ardente, o amor único e fiel de Deus.

Na fome de amor que todos sentimos, não buscamos algo que não existe: essa é, em vez disso, o convite a conhecer Deus que é pai. A conversão de Santo Agostinho, por exemplo, passou por este caminho: o jovem e brilhante reitor procurava simplesmente entre as criaturas algo que nenhuma criatura lhe podia dar, até que um dia teve a coragem de levantar o olhar. E naquele dia conheceu Deus. Deus que ama.

A expressão “nos céus” não quer exprimir uma distância, mas uma diversidade radical de amor, uma outra dimensão de amor, um amor incansável, um amor que sempre permanecerá, antes, que sempre está à mão. Basta dizer “Pai nosso que estais nos Céus”, e aquele amor vem.

Portanto, não temer! Nenhum de nós está sozinho. Se por desventura o teu pai terreno tivesse se esquecido de ti e você guardasse rancor dele, não te é negada a experiência fundamental da fé cristã: aquela de saber que és filho muito amado de Deus e que não há nada na vida que possa apagar o seu amor apaixonado por ti.

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Proteção dos menores: comitê se encontra com vítimas de abusos

Por: noticias.cancaonova.com

Comitê que organiza o encontro sobre proteção de menores na Igreja ouviu vítimas de abusos; reunião no Vaticano começa amanhã

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

O comitê organizador do encontro sobre a proteção dos menores na Igreja encontrou-se na manhã desta quarta-feira, 20, com um grupo de representantes das vítimas de abuso por parte de membros do clero. A informação é do diretor interino da sala de imprensa da Santa Sé, Alessandro Gisotti.

O encontro, que durou pouco mais de duas horas, já havia sido anunciado na coletiva de imprensa realizada no último dia 18, lembrou Gisotti. Ele explicou que foram 12 pessoas, entre homens e mulheres, provenientes de diversas partes do mundo e pertencentes a diversas organizações.

“Os membros do comitê são muito gratos às vítimas que participaram pela sinceridade, profundidade e a força do seu testemunho, que lhes ajudarão certamente a compreender sempre melhor a gravidade e a urgência dos problemas que serão enfrentados ao longo do encontro”, declarou Gisotti.

O encontro sobre a proteção dos menores na Igreja será realizado de 21 a 24 de fevereiro no Vaticano, por iniciativa do Papa Francisco. Ele convocou os presidentes das conferências episcopais de todo o mundo para participar da reunião.

O Santo Padre tem pedido que os fiéis rezem por esse encontro. Hoje, em uma postagem em seu twitter, ele voltou a lembrar a reunião que começa amanhã. “A partir de amanhã viveremos alguns dias de diálogo e comunhão, de escuta e discernimento. Que possam ser um tempo de conversão. Não queremos anunciar a nós mesmos, mas Aquele que morreu por nós”, escreveu em sua conta, @Pontifex_pt.

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Após surto de sarampo, passageiros de navio serão vacinados em Santos

Por: noticias.cancaonova.com

Após 13 casos de sarampo confirmados em navio, Ministério da Saúde deve vacinar cerca de 10 mil passageiros

Da redação, com Ministério da Saúde

Após a confirmação dos 13 casos de sarampo na tripulação do navio comercial Seaview MSC, que transita pela costa brasileira, o Ministério da Saúde vacinará cerca de 10 mil passageiros, no porto de Santos, nesta quarta-feira, 20.

O navio saiu do porto de Ilha Grande (RJ) e os trabalhadores infectados são provenientes de diversas nacionalidades (Índia, Itália, Ucrânia, África do Sul e Brasil).

A ação estratégica de bloqueio, feita em conjunto com as secretarias de saúde envolvidas e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vai vacinar com a tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) pessoas embarcadas ou que ainda embarcarão, de seis meses a 49 anos de idade, que não comprovem a imunização pelo cartão de vacinação. A estratégia foi tomada devido à alta transmissibilidade do vírus do sarampo e a dinâmica do serviço de bordo do navio.

A pasta alerta ainda para os cerca de 5 mil passageiros que desembarcaram do navio no sábado, 15, no porto de Santos (SP), para que procurem imediatamente uma unidade de saúde se sentirem os sintomas da doença e informar que esteve no navio. Os sintomas do sarampo são febre alta, dor de cabeça, manchas vermelhas no corpo, coriza e conjuntivite.

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Igreja celebra festa dos pastorinhos de Fátima, Francisco e Jacinta

Por: noticias.cancaonova.com

Em Fátima, o cardeal António Marto presidiu hoje Missa com os ícones dos santos; celebrações começaram no final de semana

Da redação, com santuário de Fátima

Missa celebrada hoje com os ícones dos pastorinhos na Basílica da Santíssima Trindade – Santuário de Fátima, em Portugal / Foto: Jefferson Câmara – Canção Nova

Nesta quarta-feira, 20, a Igreja celebra a Festa Litúrgica dos Pastorinhos de Fátima, os santos Francisco e Jacinta Marto.

Em Fátima, a data é marcada por uma programação especial. Logo cedo, aconteceu a oração do Rosário na Capelinha das Aparições, em seguida uma procissão seguiu com os ícones dos pastorinhos até a Basílica da Santíssima Trindade. Logo após, o Cardeal António Augusto dos Santos Marto, atual Bispo de Leiria-Fátima, presidiu a Santa Missa.

No período da tarde haverá ainda um encontro com as crianças na Basílica da Santíssima Trindade, e em seguida serão celebradas as Vésperas, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Semana de celebrações

As celebrações no Santuário de Fátima tiveram início no domingo, 17, com o V Concerto evocativo dos Pastorinhos de Fátima, realizado na Basílica de Nossa Senhora do Rosário.

Nesta terça-feira, 19, uma Vigília preparou os fiéis para a grande festividade. O momento foi marcado pela oração do Rosário, uma procissão de velas e veneração dos Santos nos seus túmulos.

Além destas celebrações, o Santuário organizou um momento formativo nos dias 16 e 17, com a realização da primeira Oficina Pastoral intitulada “Francisco e Jacinta na catequese da infância”. O objetivo foi aprofundar o conhecimento e significado do fenômeno Fátima, além de conhecer mais sobre os santos pastorinhos.

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Pe. Reginaldo Manzotti: a verdadeira misericórdia

Por: noticiascatolicas.com.br

Ter misericórdia não é ter pena de alguém e sim ter compaixão e solidariedade para com a necessidade do outro. Mais do que só dar esmola, é descer até a carência física, espiritual e material da outra pessoa envolvendo-a com nosso ser e elevando-a a dignidade e à vida.

Elenco as obras de misericórdia corporais:

– Dar de comer a quem tem fome

Várias vezes, Nosso Senhor Jesus Cristo se preocupou com a fome dos que O seguiam (cf. Lc 9, 10-17). Seu mandato ecoa até hoje: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Lc 9, 13).

É urgente e necessário que avancemos em políticas sociais que atinjam a causa da fome, mas enquanto não chegamos ao ideal, exercitemos a partilha no real. “Quem tiver muita roupa partilhe com quem não tem, e faça o mesmo quem tiver alimentos (Lc 3, 11).”

– Dar abrigo aos peregrinos

Jesus foi um desabrigado já em seu nascimento, quando negaram a José e Maria que estava para dar à luz, um lugar na hospedaria (Lc 2,7). Tendo em vista que a realidade dos tempos de Jesus era muito diferente da realidade dos tempos atuais, torna-se complicado, perigoso e é até ingenuidade de nossa parte querer acolher em nossas casas, pedintes ou moradores de rua. Porém, Deus suscita obras de acolhimento na Igreja, através dos padres, religiosos (as), e leigos (as), que nos permite praticar esta obra de misericórdia, com nossa ajuda concreta. Como cidadãos, cristãos, ou enquanto comunidade, somos chamados a contribuir economicamente e voluntariamente nos serviços desta obra.

– Assistir os enfermos

A obra de misericórdia: assistir os doentes começa na família quando se lida com doenças prolongadas e, às vezes irreversíveis. Seja em qualquer idade, e por qualquer problema de saúde, que podem ser, entre tantos: o câncer, as paralisias, a anencefalia, e socorrer sem preconceito os portadores do vírus HIV.

Trata-se também de um trabalho voluntário em hospitais, asilos, e casas de recuperação terapêutica. Estende-se a uma pastoral urbana que visite e acompanhe aqueles que, nos grandes centros urbanos vivem a dor de sua enfermidade na solidão, e no esquecimento.

Muitos se perguntam: o que fazer para um doente gravemente enfermo? A resposta é simples, às vezes nada, apenas “estar” presente junto ao que sofre. Misericórdia e solidariedade é estar perto de quem sofre, mesmo sem entender a extensão do sofrimento, pois o pulsar e o latejar da dor é próprio só de quem está machucado.

– Dar de beber ao sedento

Nosso Mestre Jesus disse: “Todo aquele que der ainda que seja somente um copo de água fresca a um destes pequeninos, porque é meu discípulo, em verdade eu vos digo: não perderá sua recompensa” (Mt 10, 42). Em nossos tempos esta obra de misericórdia parece sem sentido, quando cada um tem água encanada, com facilidade em seus lares. Pensa desta forma quem tem o privilégio de viver longe da seca, e dos desafios de andar, em pleno Século XXI, muitos quilômetros para buscar água em açudes, e em carros pipas, num Brasil de graves contrastes sociais que clama aos céus igualdade de direitos.

Não obstante, Jesus Cristo, nas bem-aventuranças, fala da sede, porém de uma “sede de justiça” (Mt 5, 6). A sede saciada de justiça não seria o saciar a sede real de água, de dignidade e de solidariedade?

– Vestir os nus

O apóstolo Tiago escreveu à comunidade que lhe foi confiada pastorear: “Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma. (Tg 2, 15-17).

– Socorrer os prisioneiros

Hoje o acesso nos presídios não é livre, há um certo rigor e triagem para visitas à presidiários. Porém, nossas dioceses ainda são deficientes em se tratando de uma pastoral carcerária efetiva, e dinâmica. Devemos sempre ter em mente que os prisioneiros estão privados da liberdade e não da dignidade.

A obra de misericórdia socorrer os prisioneiros, também se estende ao socorro às famílias dos presidiários (as); auxiliando economicamente as que necessitam, e ajudando-as a superarem os preconceitos.

– Enterrar os mortos

O Novo Catecismo da Igreja Católica, assim diz: “Os corpos dos defuntos devem ser tratados com respeito e caridade, na fé e na esperança da ressurreição. O enterro dos mortos é uma obra de misericórdia corporal que honra os filhos de Deus, templos do Espírito Santo” (CIC § 2300).

Acredito seriamente que o velório é muito válido, importante e edificante, tanto para o morto, como para os familiares. Da parte do falecido pelas orações feitas em seu favor, da parte dos familiares pela oportunidade de perdão, conversão e reflexão.

Finalizando esta mensagem partilho algo que me marcou muito na infância. Certo dia, minha mãe na sua simplicidade, disse-me: “filho, Jesus Cristo, às vezes desce do céu e se veste com roupas de mendigo, anda pelas ruas e bate nas casas pedindo esmola. Nunca se desfaça de uma pessoa pobre”. Certamente, para alguns não passará de “lorota”, mas há muito de verdade neste ensinamento. “Tive fome e me deste de comer, tive sede e me deste de beber, era peregrino e me acolheste, nu e me vestiste…” (Mt 25, 35-40).

Via Aleteia

Bispo pede orações e anuncia Missa de desagravo após roubo sacrílego

Por: noticiascatolicas.com.br

No dia 17 de fevereiro foi descoberto o roubo sacrílego de várias hóstias consagradas na paróquia de Santa Isabel, na Diocese de Jaén (Espanha). Dom Amadeo Rodríguez, Bispo local, convocou uma Missa de desagravo para sexta-feira, 22 de fevereiro .

O Bispo de Jaén, Dom Amadeo Rodríguez, pediu orações depois de saber sobre o roubo sacrílego de várias hóstias consagradas na Igreja de Santa Isabel, também anunciou uma Missa de desagravo “diante dos atos cometidos”, que acontecerá na mesma paróquia na próxima sexta-feira, às 19h30.

Um comunicado divulgado pela Diocese de Jaén, explica que o pároco da igreja de Santa Isabel descobriu na Missa do meio-dia do domingo passado, 17 de fevereiro, que tinham roubado “a luneta com a hóstia consagrada e uma teca contendo quatro hóstias consagradas para celíacos”.

Segundo indicam, “imediatamente, começaram a procurar as hóstias ao redor da igreja, e só puderam encontrar alguns pedaços do Santíssimo Sacramento e a luneta, onde se guarda a hóstia, dobrada no jardim”.

“Não se sabe onde estão nem o que fizeram com a teca e as outras hóstias consagradas”, apontam.

Informou-se ao Bispo de Jaén, Dom Amadeo Rodríguez, e o roubo foi denunciado para as forças de segurança.

Via ACI Digital

Seminário de estudos discutirá temas sobre o Sínodo da Amazônia

Por: noticias.cancaonova.com

Secretaria Geral do Sínodo anunciou hoje o evento que se enquadra entre os preparativos para o Sínodo da Amazônia, em outubro próximo

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

A Secretaria Geral do Sínodo organiza, de 25 a 27 de fevereiro próximo, um Seminário de Estudos em preparação à Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos sobre o tema “Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral”. Este Sínodo, convocado pelo Papa Francisco, será realizado no próximo mês de outubro.

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O seminário será realizado no Instituto S. M. Bambina, no Vaticano, e terá como tema “Rumo ao Sínodo Especial para a Amazônia: dimensão regional e universal”. O primeiro dia será dedicado a aspectos eclesiais e pastorais à luz da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium. Já no segundo dia serão discutidas questões ligadas à promoção da ecologia integral no horizonte da Encíclica Laudato sì, documento do Papa Francisco sobre o cuidado com a casa comum. Encerrando o seminário, o último dia será dedicado a um resumo e comunicação sobre o caminho de preparação ao Sínodo.

Participarão do seminário os presidentes das conferências episcopais da região Amazônica, mas também bispos e especialistas de outras áreas geográficas. Com isso, será possível destacar a relação entre a particular situação eclesial e ambiental amazônica e outros contextos territoriais similares.

Papa Francisco anunciou a Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-Amazônia no dia 15 de outubro de 2017, antes de rezar a oração mariana do Angelus. Na época, o Santo Padre explicou que a reunião discutirá novos métodos para que a palavra do Evangelho chegue a esta porção do Povo de Deus comumente esquecida.

“O objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão do nosso planeta”, disse Francisco na época.

 

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